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A Lua de Mel - Diário #3

  • autorwudsonjr
  • 9 de jan. de 2024
  • 7 min de leitura

Atualizado: 28 de ago. de 2024



Contos eróticos - Trilogia Diário - Conto final


por Ethan

Eu não tinha a mínima intenção de voltar a escrever em você, Diário Maldito! Mas acho que preciso te contar algo que aconteceu em minha lua de mel com o ruivinho. Porra! Como eu preciso contar.

Havíamos acabado de chegar no Caribe, ainda pela manhã, em uma pousada beira-mar, e estava ventando bastante. A primeira coisa a acontecer foi Oliver perder seu chapéu para o vento, que o carregou para muito, muito longe.

— Relaxa — disse, rindo. — Vamos em alguma loja de lembrancinhas e compramos um novo. Você quer usar o meu por enquanto?

— Quero — disse ele, com um biquinho adorável nos lábios.

Estávamos usando roupas praianas: aqueles calções bege e aquelas blusas de botões floridas; óculos de sol e muito, muito protetor solar. 

Quando a noite chegou, fomos em um restaurante temático, com uma comida local gostosa. Oliver atacou os camarões e até o pobre de um caranguejo.

— Você está comendo o Seu Sirigueijo — ri.

— Ele é muito gostoso. Além disso, o Bob Esponja pode cuidar do Siri Cascudo sozinho — disse ele antes de dar uma martelada na casca dele.

Em nosso quarto na pousada, foi quando a ação de verdade aconteceu.

Eu havia acabado de tomar banho e estava enxugando meu cabelo, usando o roupão fofinho oferecido pela pousada. Estava sentado na extremidade da cama. Oliver saiu do banheiro completamente nu, e seus olhos de águia e fome me alertaram exatamente o que iria acontecer. O que ele queria fazer. Ele caminhou em minha direção e sentou em meu colo, tirando a toalha calmamente de minha mão.

— Eu quero seu pau grande, agora — ele disse, e logo após se inclinou para morder meu lábio inferior.

— O que você não pede rindo, que eu não faço gemendo? — Perguntei, agarrando sua bunda gorda e desnuda com ambas as mãos.

Ele catou minhas mãos e as segurou calmamente entre as dele, entre nossos corpos.

— Sem toques, hm? — Ofereceu.

Porra.

— S-Sim — gaguejei, de repente nervoso diante seu olhar dominador. Isso sempre acontecia. — ...m-mestre.

— Bom garoto — murmurou, então saiu de meu colo. — Tire esse roupão e deite contra a cabeceira da cama, deite com a cabeça sobre as mãos e não as mova.

— Porra — gemi — porra, sim, mestre.

Acatei sua ordem e observei, sofrendo em antecipação, ele pegar um pequeno frasco de óleo de massagem. Ele retornou para a cama e ficou de joelhos ao lado de meu quadril. Despejou o óleo sobre uma das mãos, depois sobre meu abdômen, depois sobre minhas coxas, minha virilha e meu pau já tão duro que chegava a doer. Suas mãos foram como penas em minha pele, e ele explorou todos os meus pontos erógenos. Começou pelo pescoço, depois atrás das orelhas, mamilos, axilas, abdômen, então desceu para a parte interna de minhas coxas, minha virilha, até que parou em minhas bolas.

— Own, Oliver — gemi. — Por favor, por favor — pedi. 

Meu corpo inteiro estava tenso de prazer.

— Seja mais direto — ordenou, a voz calma, com o pau tão duro quanto o meu entregando sua excitação.

— Massageia o meu pau, por favor — pedi com urgência, com o rosto em chamas, o pescoço dormente. — Por favor, por favor.

— Não consegui entender... — murmurou seriamente, deslizando apenas a ponta do indicador pela veia saliente bem no centro dele.

— Own- — estremeci, me remexendo sobre a cama. — Por favor, mestre.

— Muito bem — disse ele, envolvendo-o com a mão por completo.

— Isso... — agradeci-o entre suspiros, relaxando por completo. 

Oliver tinha mãos pequenas e meu pau era grosso demais, então ele sempre usava as duas mãos para me masturbar. Seu toque, sua experiência, sua dominação, tudo somava para que meu âmago aquecesse ainda mais, a cada vai e vem de seu punho; a cada puxar e repuxar; a cada carícia velada em minhas bolas. Eu estava tão longe, mas também tão perto... até que ele parou.

Abri os olhos e gemi ao vê-lo montando em mim, de costas, com sua bunda grande e redonda arrebitada para mim. Mesmo à luz da lua, que atravessava sutilmente a janela rústica do quarto, pude ver seu cuzinho rosa piscando. Ele esfregou o piercing dourado em minha glande contra ele, depois se penetrou com calma... até... own... até o caralho do final, até suas bolas encostarem nas minhas e sua bunda encostar em minha pélvis.

— Cavalga pro seu papai, amor — pedi.

Ele gemeu, rebolando em meu colo, depois passou a subir e descer lentamente.

— Isso, leve o tempo que quiser no meu caralho, bebê — silvei, com o abdômen inteiro tão tenso, que os músculos estavam esticados.

— Seu pau é tão grosso — ele gemeu. — Ele me enche até o... — e gemeu mais uma vez. — O limite.

— Você gosta disso, hm? — Movi uma mão para agarrar um punhado de seu cabelo (desobedecendo-o) e soquei forte em seu cuzinho apertado. — Gosta de sentir esse seu buraquinho rosa esticar no pau grosso do seu homem... — suspirei, a voz falhando por um instante — hm?

Ele gemeu alto, concordando, e passou a sentar com mais rapidez e maestria. Oliver era um cavalgador nato.

— Você é uma puta por pau, ruivinho — acertei um tapa bruto em sua bunda, o qual ele retribuiu com um soluço arrastado. — Não estou te vendo reclamar agora do meu tamanho. Olha só como minha cadelinha está sentando até o final... — soltei um risinho, voltando a puxar seu cabelo.

Com força, o fiz deitar de costas sobre mim e investi com violência dentro dele. Ele gritou e enfiou meu indicador na boca, para chupá-lo como a vadia que era.

— Você quer bruto, meu bem? — Perguntei delicadamente contra seu ouvido, preocupado.

— S-Sim — ele respondeu.

Sorri.

— Então fique de quatro para mim — pedi. — Agora — ordenei.

Saindo de cima de mim, ele se posicionou conforme ordenado, e me encarou por detrás do ombro. Os olhos estavam marejados, as bochechas estavam vermelhas, os lábios estavam inchados. Estava suado, visivelmente ofegante. Ele deitou o rosto contra o colchão e usou ambas as mãos para afastar as nádegas e me dar uma visão mais do que privilegiada de seu cuzinho.

— Mete em mim com força — sussurrou com a voz fininha.

Embalado por seu olhar de garoto pidão, brinquei um pouco com sua entrada esfregando meu piercing sobre ela, então o penetrei com força. Bruto. Duro. Como ele gostava.

— Uou! — Ele recuou, os músculos da bunda tremendo, mas com um sorriso gostoso nos lábios.

— Vai fugir, ruivinho? Não aguenta meu caralho? — Indaguei seriamente, acertando um tapa duro em sua bunda, então puxei um punhado de seu cabelo e meti nele novamente.

Ele começou a chorar, mas empinou ainda mais a bunda para mim. Porra! Como eu adorava quando ele ficava no limiar da dúvida entre sentir a dor ou aproveitar o prazer.

Se ele queria brutidão, quem seria eu para negá-lo? Investi forte contra ele, batendo minha pélvis em sua bunda audivelmente, os movimentos fortes o suficiente para fazer a cama ranger e bater contra a parede. O suor, salgado suor, após certo tempo, passou a escorrer de meu queixo e cair em sua bunda, deixando-a ainda mais brilhante e deliciosa.

Com força, peguei-o no colo, ainda de costas para mim, e o coloquei em pé de frente para a janela, e forcei seu rosto para fora (para onde a brisa batia), e disse:

— Observe a paisagem, amor. Espero que alguém te veja do jeito que está agora: chorando no caralho do seu marido. O que vão pensar, hm?

Ele soluçou e gemeu, tudo ao mesmo tempo.

— Q-Que eu sou uma c-cadela — disse ele.

Agarrei seu queixo e cheirei seu cabelo, investindo bruto em seu cuzinho.

— E eles vão estar errados? Não é o que está acontecendo agora, ruivinho?

Para dá-lo ainda mais certeza, enterrei meu pau nele. Quando ele tentou recuar, prensei uma mão sobre sua barriga e o trouxe de volta para mim.

— É m-muito g-grande — ele chorou com ainda mais força. — P-Por f-favor, b-bate na minha c-cara.

Acertei o primeiro tapa em sua bochecha e ele quase ronronou por entre as lágrimas, no segundo, ele começou a bater sua bunda em minha pélvis, se fodendo com vontade.

— Puta merda, puta merda — ele bateu o punho no peitoril da janela. — Eu te sinto no meu estômago — gemeu.

— Continue, bebê — pedi, a voz falhando, sem fôlego. Estava hipnotizado pelo movimento de sua bunda me engolindo. — Você tá comendo meu pau tão bem — gemi. — Tá deixando ele todo lambuzado... — resfoleguei. — Tá gostoso pra caralho!

Como se estivesse sendo mimado por minhas palavras, ele rebolou um pouco mais, depois estremeceu por inteiro em um grito de luxúria, e tive a certeza de que ele havia acabado de gozar.

— Eu não disse para você gozar, Oliver — o repreendi seriamente.

— D-Desculpa, amor- 

Ele gritou quando me afastei, peguei-o no colo, e o coloquei sentado na janela. Apesar de ter acabado de gozar, ainda estava duro para caralho. Agarrei seu pau assim que voltei a penetrá-lo. 

— Isso... — ele gemeu, envolvendo os braços ao redor de meu pescoço, descansando a testa em meu ombro. — Me come mais, por favor.

Delirando de prazer, chupei o lóbulo de sua orelha (com nossos corpos suados roçando vez em outra), e disse:

— Vou gozar dentro do seu cuzinho, ruivinho filho da puta.

Ele gemeu, concordando, e passou a lamber e beijar e morder meu pescoço.

Encarei a lua por instantes, sendo alavancado por uma onda imensa de felicidade, tesão, luxúria e pertencimento. Oliver pertencia a mim e eu o pertencia, nos limites do amor. Puta merda, eu o amo PRA CARALHO!

Com essa percepção, gozei envolto por seus braços, me desmanchando em gemidos e ofegos desesperados. Gozei com tanta força, que minhas pernas chegaram a fraquejar (e eu teria ido ao chão caso Oliver não tivesse me segurado).

— Eu te amo, eu te amo, eu te amo — sussurrei e repeti várias vezes contra seu ouvido.

Inclinei-me para o carinho que ele começou a fazer em minha nuca, quase como um gato se inclina para receber um carinho abaixo do queixo.

— Eu te amo, eu te amo e eu te amo — ele repetiu.


É, Diário, essa nossa aventura escrita foi muito divertida, mas agora preciso me despedir de você. Obrigado por ter me escutado. Não, não chore toda a sua tinta! Quem sabe eu volto algum dia e o faço mais uma visita literária. É, isso me parece muito bom. Afinal, você vai continuar na gaveta da cabeceira da cama, do meu lado. Talvez para sempre.

Que coisa boiola de se dizer.


6 comentários


kauanemedeiros480
21 de jul. de 2024

NÃO fala para um a pessoa não chorar quando ela já estiver chorando..😭😭pq se não ela chora mais ainda.🥺 vou sentir falta.


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Niel Lano
Niel Lano
26 de jan. de 2024

VEYYYYYY😭😭😭😭😭😭😭

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deinha.paixao1411
26 de jan. de 2024

Perfeito 🛐

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Danmilis Silva
Danmilis Silva
13 de jan. de 2024

Eu amei🫶🏼

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marianabarbosa0880
11 de jan. de 2024

Amei de mais 🥺♥️ #voltaEthan

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